Hélio

Hélio
Operacional

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

TRAFICANTES FORA DE CIRCULAÇÃO....


PARÁ:    Droga estava com três traficantes presos em flagrante por policiais de Belém, em Santa Maria do Pará


Policiais civis da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE), unidade vinculada à Divisão de Repressão ao Crime Organizado (DRCO), apreenderam, anteontem à noite, aproximadamente 16 quilos de cocaína em formato de pedra e prenderam três traficantes em flagrante. Uma adolescente estava com os bandidos. A operação policial ocorreu em Santa Maria do Pará, município localizado na região bragantina, a 107 quilômetros de Belém.
A ação policial foi resultado de investigações efetuadas pela equipe comandada pelo delegado Hennison Jacob. A operação contou com apoio de policiais civis do município para abordagem a dois veículos usados no transporte do entorpecente. Ao todo, foram encontrados 16 tabletes da droga, cada um pesando cerca de um quilo, enrolados em fita adesiva. A abordagem ocorreu em uma rua na periferia da cidade no momento em que a droga era descarregada em uma casa. De acordo com o delegado Hennison, o bando usou dois carros para transportar a droga.

Polícia destrói plantação de maconha

PARÁ: Policiais militares e civis atuaram juntos na ação em Novo Repartimento
Denúncias anônimas ajudaram as polícias Civil e Militar a destruir duas grandes plantações de maconha existentes na zona rural de Novo Repartimento, sudeste do Pará, neste mês de janeiro, informou ontem a assessoria de imprensa da Polícia Civil. As apreensões ocorreram em um período de menos de dez dias. Na última quinta-feira, 26, cerca de 140 quilos da erva foram apreendidos por uma guarnição da Polícia Militar, comandada pelo sargento Siqueira, após os policiais receberem informações de que um homem estaria transportando uma grande quantidade de maconha em uma motocicleta no município.
A guarnição ficou de campana na zona rural, precisamente na estrada vicinal 02, situada às proximidades da localidade de vila Belo Monte. Ali, os policiais aguardaram a passagem do suspeito que foi abordado e revistado. Com ele, foram encontrados em torno de três quilos de maconha no banco do carona da motocicleta que conduzia. Identificado como Francisco das Chagas de Sousa Santos, de apelido França, ele foi preso em flagrante por transportar substância entorpecente. No momento da prisão, França alegou que transportava a droga a mando de Eloir Silva Monteiro, de quem receberia a quantia de R$ 150 para fazer o transporte da droga desde a comunidade do Tuerê até o distrito de Maracajá, na zona rural de Novo Repartimento.
Francisco das Chagas também revelou aos policiais o local onde era cultivada a maconha. Assim, a guarnição se deslocou até a área onde estava a plantação. Ali, eles apreenderam mais 137 quilos da erva e prenderam em flagrante outro homem, Francisco Almeida da Silva, conhecido como Chicão, responsável pela plantação.

Rita Lee é liberada após prestar depoimento em Aracaju

A cantora Rita Lee, foi liberada após prestar depoimento e assinar um boletim de ocorrência numa delegacia de Aracaju (SE). Ela foi detida por policiais ao fim do último show de sua carreira, no Festival Verão Sergipe 2012. Primeiro, declarou que não os queria em sua apresentação. Ainda calma, disse: "Vocês são legais, vão lá fumar um baseadinho".
Mas, quando os policiais vieram para a frente do palco, formando uma parede humana de frente para ela, a cantora se alterou. Lembrou já ter vivido o período da ditadura e disse não ter medo deles. Chamou os PMs de "cavalo", "cachorro" e "filho da p***".
Terminado o show, Rita foi levada pela polícia à delegacia.
O boletim de ocorrência foi tipificado como "desacato e apologia ao crime ou ao criminoso (art. 287 do Código Penal)". "A sensatez falou mais alto no momento, por isso a polícia não parou o show", disse o tenente-coronel Adolfo Menezes, responsável pelo policiamento da apresentação.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

POLÍCIA MILITAR DO PARÁ, GARANTE SEGURANÇA PARA A POPULAÇÃO

Em mais uma negociação direta e transparente com o funcionalismo público, o governo do Pará evitou nesta quinta-feira (19) que a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros Militar paralisassem suas atividades. Após mais de 10h de reunião, no Centro Integrado de Governo (CIG), a categoria aceitou as propostas apresentadas pelo governo, que concedeu reajustes que variam de 18% a 26% aos salários dos policiais militares.

Por volta das 21h, a decisão de não paralisar os serviços da PM foi anunciada pelos diretores das várias associações representativas da PM e dos Bombeiros - Associação de Cabos e Soldados da Polícia Militar e do Bombeiro Militar (Acsombmpa); Associação dos Subtenentes e Sargentos da Polícia Militar (Assubsarpm); Associação dos Subtenentes dos Bombeiros (Assbm/PA); Associação dos Militares da Reserva Remunerada (Aspomire), e Associação de Policiais Militares, Bombeiros Militares e Familiares (Aspol).

O governo concedeu ainda intersídio de 5% para os praças, ganho de 70% sobre a gratificação de risco de vida e ganho real de 7%. Também ficou definida a permanência da mesa de negociação com a categoria, a fim de discutir outras reivindicações dos militares do Estado, como o prazo de implantação da jornada de trabalho para 40 horas semanais; o adicional de interiorização e o auxílio fardamento para cabos e soldados, além de mais 30% na gratificação por risco de vida. Todas essas reivindicações serão discutidas na mesa de negociação, considerando sempre as condições financeiras do Estado.

O governo foi representando na negociação pela secretária de Estado de Administração, Alice Viana; pelo secretário de Estado de Segurança Pública e Defesa Social, Luiz Fernandes Rocha, pelo Comandante Geral da Polícia Militar Coronel PM Daniel Mendes, e pelo comandante geral do Corpo de Bombeiros, coronel Hegésipo Donato.

Assim como fez com os profissionais de educação, o governo do Estado priorizou o diálogo com os policiais e bombeiros militares, a fim de garantir o atendimento às reivindicações da categoria e, principalmente, manter o sistema de segurança pública funcionando sem anormalidades.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Em greve, militares protestam na avenida Nazaré

Neste momento, policiais militares e bombeiros realizam protesto bloqueando o perímetro da avenida Nazaré, em frente ao Centro Integrado de Governo (CIG). Os manifestantes alegam que uma reunião teria sido marcada, para às 9h de hoje (19), entre representantes do movimento grevista da categoria e do Governo do Estado.

Segundo informações do sub-tenente do Corpo de Bombeiros, Ari Leal, os grevistas teriam recebido uma ligação durante a assembleia de ontem, marcando uma nova rodada de negociações para esta manhã.
Por meio da Secretaria de Comunicação, o governo afirmou ao DOL que não foi agendada nenhuma reunião para hoje. Com relação às negociações para o reajuste salarial dos policiais e bombeiros militares, a Secretaria de Estado de Segurança Pública (Segup) informou, em nota oficial, que “há uma clara disposição do governo em negociar com os militares por reconhecer a importância e a responsabilidade do trabalho  desempenhado por estes servidores”.
A promessa do governo é publicar, amanhã, um decreto instituindo uma comissão de negociação salarial permanente para os policiais e bombeiros militares. 

PARÁ - Movimento grevista é recebido pelo governo


Uma comissão de policiais militares e bombeiros foi recebida, no final da manhã de hoje (19), pela chefe da Casa Civil, Sônia Feio, e pelo secretário de Segurança Pública, Luiz Fernandes Rocha, para uma tentativa de negociação que poderá encerrar ou não a greve iniciada ontem (18), após assembleia da categoria. O Comandante Geral do Corpo de Bombeiros do Pará, Coronel BM Donato e a secretária de Estado de Administração, Alice Monteiro, também compareceram à reunião.
Os manifestantes foram atendidos após realizar protesto em frente ao Centro Integrado de Governo (CIG), na avenida Nazaré, entre Quintino Bocaiúva e Generalíssimo Deodoro. O local continua interditado. (DOL)

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Governo oferece até 22% de reajuste


A reunião entre a secretária de Estado de Administração do Pará, Alice Viana, e os representantes dos policiais e bombeiros militares estaduais não dissipou o risco de greve. A proposta do governo do Estado de reajuste escalonado para os praças, do soldado ao sub-tenente, indo de 14,13% a 22,47%, além de outros benefícios, será avaliada hoje pela categoria em assembleia geral, às 18h, na sede da Associação dos Militares da Reserva Remunerada (Aspomire). O aumento proposto deve ser avaliado pela categoria, que pede um acréscimo de 100% no soldo para repor as perdas salariais de cinco anos.
A reunião com a titular da Secretaria de Estado de Administração (Sead) e a Associação dos Cabos e Soldados do Estado do Pará, a Associação de Policiais Militares, Bombeiros Militares e Familiares do Estado do Pará (Aspon), Associação Nacional dos Praças Militares (Anapra) começou às 16h e se estendeu até às 20h. No encontro, ambas as partes expuseram as propostas, mas nenhum acordo foi firmado até então para evitar a paralisação prevista para amanhã, dia 19.
Alice Viana apresentou a tabela com o reajuste escalonado apenas para os praças, isto é, para as patentes da base da PM e dos Bombeiros, sendo que para os soldados o aumento proposto é de 14,13%; para cabos, 17,23%; terceiro e segundo sargento e primeiro  sargento, 19,42%; e sub-tenente; 22,47%. A representante da Sead também afirma que o governo está disposto a pagar ainda nesse semestre um soldo como auxílio fardamento, o que deve se repetir a casa seis meses.
A Sead propôs ainda que as negociações continuem, instalando a mesa de negociações para dialogar sobre os outros itens da pauta de reivindicações apenas no mês de março. A Secretaria também quer separar a negociação entre praças e oficiais. A estes está sendo elaborado um projeto de lei, a ser enviado para Assembleia Legislativa do Pará, a fim de amarrar uma regra de reajuste calcada em metódo, segundo Alice Viana.
Alice afirmou que somente os percentuais propostos pelo governo devem aumentar o custo da folha de pagamento para os militares estaduais de R$ 322 milhões mensais para R$ 350 milhões por mês, cerca de R$ 31 milhões a mais para os cofres estaduais. A secretária alertou para o limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal, que restringe os gastos do Executivo com pessoal.